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Termos e definições

18/05/2012

Termos e definições

 

Termos e definições
 

Controle Solar
A luz visível e a luz infravermelha são uma parte essencial da energia solar, já que representa quase 100% do espectro solar. Por isso, cada uma delas tem um papel importante na hora de selecionar o tipo de vidro a ser utilizado no envidraçamento de uma edificação . Para aumentar seu desempenho térmico, películas de filme ou revestimentos metálicos podem ser aplicadas em uma ou mais superfície de vidro.
Sabemos que o sol na maioria das vezes é benéfico para a vida na terra,mas com certeza em muitos casos a exposição ao sol pode nos prejudicar causando desde perdas materiais ou doenças como o câncer de pele, sem falar no desconforto que é estar em um lugar muito quente ou que reflita uma luz solar exagerada. 

 
Mas com as tecnologias aplicadas ao vidro é possível controlar os efeitos causados pelo sol desde expelir o calor em áreas tropicais  quanto a retenção de calor em lugares mais frios.
Mas isso não quer dizer que temos que abrir mão da luz podemos sim ter luz e não ter calor podemos sim ter luz e evitar a descoloração dos moveis e objetos que fiquem próximos nossas janelas e portas.
Então é necessário saber o que queremos evitar e o que queremos preservar, vamos falar mais um pouco sobre o sol e seus efeitos: 
 

Energia Solar
Quando a energia solar incide em um vidro, partes dela são refletidas, partes são absorvidas e outras partes são transmitidas, segundo a equação de RAT. 


 

Equação de RAT
A equação de RAT calcula o destino de 100% da energia solar, que é igual à soma de reflexão, da absorção e da transmissão solar. Por exemplo, de uma única lamina de vidro incolor com 3 mm de espessura,83% da energia solar é transmitida, 8% é refletida e 9% é absorvida pelo vidro. Desse percentual de energia solar absorvida, uma parte é emitida de volta para o exterior e a outra parte, para o interior do edifício.
 

Espectro Solar
O aspecto solar, comumente chamado de luz solar, consiste de luz ultravioleta (UV) de luz visível e de luz infravermelha (IV). A distribuição de energia no interior do espectro solar é de aproximadamente 2% de UV, 47% de luz visível e 51% de IV. 

Uma das características do espectro solar é o comprimento de suas ondas, medido em nanômetros (nm), unidade equivalente a bilionésima parte de 1 metro (1nm= 10-9m).
A luz visível , como o próprio nome indica , é a única parte do espectro solar visível a olho nu. O comprimento de sua onda varia entre 380-780 nm.
A luz IV é invisível o olho nu, sua onda mede entre 790-3000 nm e produz uma sensação de calor penetrante. Suas ondas curtas se convertem em calor quando absorvidas por um objeto.

Fator solar – FS
É a parcela da energia solar diretamente transmitida e absorvida que penetra no ambiente através do vidro.

 

Quanto maior o FS, maior o ganho de calor. Esse conceito é conhecido como SHGC (solar Heat Gain coefficient), na sigla em inglês.
 

Formação de condensação
A condensação se forma quando a temperatura do vidro cai abaixo do ponto de condensação do ar. Para evitar que ela se forme, a temperatura do vidro deve permanecer mais alto que o ponto de condensação do ar do ambiente.
Vidros insulados reduzem o potencial para a formação de condensação nas superfícies de vidro em ambientes fechados, “isolando” a camada interior do vidro de pedras de calor condutivas / convectivas para fora.

 

 
Esse tipo de “isolamento”, usando um espaçador de ar entre duas lâminas de vidro, possibilita estabilizar a temperatura interna do vidro. Mas o vidro insulado, por si só, não consegue eliminar totalmente a formação de condensação em climas extremos. Para diminuir esse risco, um revestimento low-e e pode ser aplicado á unidade insulada.
 

Ganho Relativo de Calor
Conhecido como RHG (Relative Heat Gain), 


 

 
na sigla em inglês. Trata- se da quantidade de calor adiquirido através de vidros que leva em consideração o valor U e o coeficiente de sombra. Usando o padrão do NFRC (National Fenestration Rating Council), o ganho relativo do calor pode ser calculado da seguinte forma:
• No sistema métrico inglês:
RHG = valor U no verão x 14ºF + coeficiente de sombra x 200.
• No sistema métrico decimal:
RHG = valor U no verão x 7,8ºC + coeficiente de sombra x 630.
 

Coeficiente de Sombra – CS
O coeficiente de sombra é a razão entre o ganho de calor solar quando transmitido através de um tipo especifico de vidro e o ganho do calor solar através de uma lâmina de 3 mm de vidro incolor, sob condições idênticas. Quando o coeficiente de sombra diminui, o ganho de calor também é reduzido, o que representa um melhor desempenho do produto.
 

Coeficiente de Transmissão térmica (valor U)
É a medida do ganho ou da perda de calor através do vidro devido à diferença entre temperaturas interna e externa. Tal valor baseia-se nos padrões do National Fenestration Rating Council (NFRC agencia norte-americana responsável pela normatização dos parâmetros da área) para condições noturnas no inverno e diurnas no verão.
O valor U é fornecido pela equação BTU/ (hr*ft²*°F) no sistema métrico inglês. O valor U é fornecido pela equação W/ (m²*°K). Para fazer a conversão do sistema inglês para o sistema decimal, deve-se multiplicar o valor U obtido por 5.6783.
O valor U noturno de inverno da NFRC baseia-se na temperatura exterior de 0 °F
(-17,8º) e na temperatura interna de 70º F (21° C), com velocidade externa do ar a 12,3 mph (19,8 km/h).
O valor U diurno de verão baseia-se em temperatura externa de 89°F (32°C) e em temperaturas internas de 75° F (24°C) com velocidade externa do ar a 6,2 mph (10,1 km/h) e intensidade da luz solar calculada por 248 BTU (hr*ft²*°f) (782 w/m²).

Índice de Seletividade – IS
É a razão da transmissão luminosa dividida pelo fator solar. Segundo as especificações do Departamento de Energia dos Estados Unidos, o vidro precisa ter IS igual ou superior a 1,25 para ser considerado um “vidro verde”, ou de espectro seletivo. Tal conceito é conhecido como LSG (Light to Solar Gain Ratio), na sigla em inglês.

Métodos de Transferências de Calor
O calor é transferido de um ponto a outro através de convecção, de condução ou de radiação. A convecção ocorre como consequência de um movimento ascendente de correntes quentes e leves de ar. A condução ocorre quando a energia passa de um objeto a outro. A radiação ocorre quando o calor é enviado através do espaço e consegue chegar a um objeto distante, de onde pode ser refletido, absorvido ou transmitido.
 

Intensidade de Som
A intensidade do som é a quantidade de energia acústica em uma onda sonora e é proporcional à pressão do som. A medida mais comum de pressão do som é o SPL (Sigla em inglês para Sound Pressure Level), expressa em decibéis.
O ouvido humano é capaz de detectar sons muito fracos e fortes. As diferença entre os sons podem ser drásticas e são descritas como intensidade. As diferenças de intensidade entre os sons fracos e sons altos é semelhante à diferença de peso de um avião de papel e um jato 747.
Mas o ouvido não é sensível de forma igual em todas as frequências. Por exemplo, o nível de pressão do som de dois ruídos diferentes pode ser o mesmo. Um ruído pode ser percebido como alto se a potência do som é concentrada em uma única frequência ou em uma gama de frequências à qual o ouvido é mais sensível. Um outro ruído pode ter uma frequência única ou uma gama de frequências à qual o ouvido é menos sensível. A sensibilidade auditiva é geralmente limitada a uma faixade 10 Hz, mas o ouvido humano é mais sensível ao som em uma faixade 500 Hz a 8.000 Hz. Acima disso, nossa capacidade de audição diminui gradualmente.
Para acomodar esta sensibilidade, os medidores incorporam um dispositivo de filtragem capaz de fazer a correspondência da variação da sensibilidade do ouvido humano aos sons dentro de um intervalo audível de frequências. Os níveis de pressão sonora são identificados como dB(A)-decibéis.

Níveis de Pressão Sonora
Um nível de pressão sonora de 0 dB não significa que não há som detectável por uma pessoa com audição normal. Sempre que o nível de pressão sonora aumenta 10 dB, a intensidade do som é multiplicada por dez.
Em condições normais, um indivíduo com audição normal não pode detectar uma mudança na pressão sonora de 1-2 dB. A diferença de pressão sonora de 3 dB é quase imperceptível. Já uma variação de 5 dB é claramente detectada e uma mudança de 10 dB é percebida em dobro.
 

OITC
A OITC (Outside- Inside Transmission Class) é a classificação de transmissão de fora para dentro, usada para avaliar o desempenho de vidros para aplicações externas. Esse sistema de classificação baseia-se na norma ASTM E-1332 e utiliza um espectro de fonte que combina tráfego aéreo, ferroviário e rodoviário.
 

Perda de Transmissão Sonora (STL)
Para determinar o desempenho acústico de um vidro deve-se considerar tanto a sua aplicação quanto o sistema de caixilho que lhe dará sustentação. Para cada frequência de som, a redução do som produzida por uma barreira é chamada de perda de transmissão sonora (Sound Transmission Loss, ou STL, na sigla em inglês) naquela frequência. Quando o vidro é aplicado em uma parede externa, sua STL em várias frequências é medida para determinar a eficácia do envidraçamento.
Alguns sistemas de encaixilhamento podem ter um melhor desempenho acústico do que outros em função do projeto. Um atributo importante a considerar é a capacidade de vedação do ar. Sistemas de encaixilhamento que permitem maior infiltração de ar também acarretam maior transmissão de som.
Além disso, a pressão sonora contra o caixilho da janela fará com que ele vibre, transmitindo o som para o interior do ambiente. Dessa forma, o desempenho do vidro não é o único fator a ser levado em consideração quando se trata de reduzir a transmissão de som para o interior de uma edificação. A transmissão de som do caixilho da janela irá resultar em níveis mais elevados de transmissão do som através do vidro e da parede.
 

Reflexão de Energia – RE
É a parcela de energia solar refletida pela superfície do vidro.
 

Reflexão Luminosa – RL
É a parcela de luz refletida pela superfície do vidro.
 

Revestimentos de Baixa Emissividade (Low-e)
Quando aplicados aos vidros, os revestimentos low-e refletem a radiação infravermelha de ondas longas, que é invisível a olho nu e gera calor. Tais revestimentos reduzem os ganhos ou perdas de calor nas edificações, ao redirecioná-lo. Além disso, fornecem maior nível de transmissão luminosa, baixa reflexão e reduzem a transferência de calor.
 

Revestimentos para Controle Solar
Revestimentos para controle solar reduzem os ganhos de calor através de um alto nível de reflexão e de absorção, fazendo com que o vidro pareça um espelho. A camada reflete e absorve grandes quantidades de luz visível e da luz infravermelha que constituem o espectro solar. Como consequência, os ganhos de calor são reduzidos de forma drástica, mas, em contrapartida, a transmissão de luz através do vidro é menos intensa.
 

Som
O som é produzido quando um objeto vibra. Trens, aviões, automóveis e outros equipamentos da sociedade moderna produzem sons que podem ser indesejáveis tanto em ambientes de trabalho quanto domésticos. O ouvido humano percebe sons de forma agradável ou desagradável, dependendo das circunstâncias em que são produzidos.
Embora o ronco do motor de um avião possa soar aceitável quando alguém viaja de férias, ele pode ser extremamente perturbador para os funcionários de um escritório localizado próximo a um aeroporto- e por isso a seleção do vidro a ser aplicado em edificações é tão importante.
Compreender a relação entre o som e o vidro permite maximizar o desempenho acústico desse produto em construções de edificações. O som vindo de uma determinada fonte pode ser o resultado de uma combinação do sons transmitidos em várias frequências. Portanto, é essencial selecionar um tipo de vidro capaz de reduzir o som num âmbito de frequências diferentes.
O motor de um avião, por exemplo, pode produzir sons em frequências baixíssimas durante a inicialização, mas quando ele alcança uma potência maior o som produzido atinge frequências mais altas. Assim, o vidro selecionado terá de abranger uma gama maior de potencial de redução de ruído.
Como o som é produzido pela vibração de um objeto, o movimento das peças do motor do avião faz com que ele vibre. A vibração do motor cria uma perturbação no ar que se espalha em todas as direções, como ondas formadas por uma pedra que cai na água parada. Quando partículas de ar são movidas por uma fonte de vibração, a camada de ar mais próxima à ela segue o seu movimento de vaivém, provocando uma alteração da pressão de ar.
A perturbação inicial se espalha de forma gradual pelas partículas de ar mais distantes numa determinada velocidade, conhecida como velocidade do som, que varia ligeiramente com a temperatura e a umidade, mas independe da frequência.
A reação em cadeia gerada pelo movimento do ar, que é consequência de mudanças na pressão de ar (compressão e rarefação), é chamada de onda sonora, medida em ciclos por segundo (cps). Por exemplo, 500 ondulações de pressão do ar corresponde a 500 cps, que é a frequência do som. A unidade básica da frequência é Hertz(Hz).
 

STC
STC (Sound Transmission Classification) é um indicador global, para todas as faixas de frequência, do isolamento oferecido por materiais de vedação. Trata-se de um sistema de classificação desenvolvido pela American Society of Testing and Materiais (ASTM), que permite comparar o desempenho acústico de diferentes materiais de envidraçamento. O STC também é adotado no Brasil pela Associação Brasileira de Normas Técnicas.
 

Transmissão de Energia – TE
É a parcela de luz ultravioleta, próxima da energia infravermelha (300 a 3000 nm), que é transmitida através do vidro.
 

Transmissão Luminosa – TL
É a parcela de luz visível (380 a 780) transmitida através do vidro.
 

Valor R
A resistência térmica é expressa em ft²*hr*ºF/BTU, que é a recíproca do valor U. Quanto maior o valor R, menos calor é transmitido através de materiais vítreos.
 

Valor U Europeu (antes chamado de Valor K)
Este valor refere-se às condições estabelecidas pela ISO-DP10292 e baseia-se em uma temperatura externa de 5,5ºC e temperatura interna de 20,5ºC, a uma velocidade do ar de 4,8 m/seg.
 

Vidro Float
O float é o vidro plano comum, incolor ou colorido, que leva esse nome porque é obtido pelo processo de “flutuação”. Composto de sílica, potássio, alumina, sódio, magnésio e cálcio, o vidro é fundido e derramado num tanque com estanho liquefeito, onde flutua e se espalha uniformemente.
O vidro se solidifica com diferentes espessuras,de acordo com a velocidade em que avança para  processo de resfriamento.
 

Vidros insulados
Vidros insulados aumenta o desempenho térmico das janelas.0 produto é fabricado com duas ou mais laminas de vidro vedadas com silicone estrutural, as laminas são separadas por um espaçador preenchido com um dessecante que absorve a umidade interna das unidades insuladas.
 

Vidro laminado
Vidros laminados caracterizam-se por duas ou mais laminas de vidro unidas por uma forte película de intercalamento de polivinil butical (PVC)por meio de calor e pressão. As espessuras das laminas pode ser igual assimétrica. Vidros laminados são produtos duráveis e de alto desempenho projetados para não se estilhaçarem caso seja danificado.

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