Portas Pivotantes: Como evitar os problemas mais comuns

Atualizado: Fev 19

Ferragens de alumínio para portas pivotantes


Acompanhando os grupos do WhatsApp percebi que existe uma reclamação constante sobre o desregulamento de portas pivotantes. Por isso aproveitei a visita que fiz a MTX e pedi um kit 01 para que eu consiga mostrar para você alguns dos detalhes que podem causar esse escorregamento.


Vamos lá!


As ferragens que eu estou usando no vídeo são de alumínio, produzidas para a MTX. O primeiro ponto a ser abordado é o design estrutural da peça, que possui sete milímetros de espessura. Outro fator importante são os vincos e reforços, que dão mais resistência às solicitações dos esforços mecânicos que as dobradiças estarão sujeitas na instalação, principalmente no uso diário da porta.


Vale ressaltar que a MTX usa a cortiça como interlayer, com a área de pega bem generosa em todas as ferragens que tem a função estrutural, como é o caso das dobradiças. Mas também é legal destacar que o design dessas ferragens beneficiam a fixação, deixando a cortiça totalmente fixada.


Outra questão muito importante é que você deve conhecer as limitações das ferragens. Por exemplo, as dobradiças do tipo 1103A e 1101A são ideais para portas grandes, com largura de até 1 m e altura de até 2,2 m, com peso máximo de 55kg, ou para portas com no máximo 900 milímetros de largura 2600 mm, e peso máximo de 59 quilos.


Muitos me perguntam se o material das ferragens é importante. E o que eu digo é: hoje nós temos ferragens de latão, zamac, alumínio, aço inox e polímero. Óbvio que existem materiais que têm resistência mecânica maior do que outros. Mas o que eu aprendi é que o material é importante sim, mas mais importante ainda é o processo de produção. De nada adianta você ter um material muito resistente mecanicamente se a empresa não sabe manipular esse material ou se acontece algum tipo de contaminação. E já que estamos falando de alumínio, você precisa saber que existem duas formas de produção de ferragens de alumínio mais utilizadas no Brasil: coquilhado e injetado.


O método coquilhado é o primeiro e mais antigo método que conhecemos, onde o alumínio derretido é despejado dentro de uma forma. Porém esse processo faz com que o alumínio fique com algumas bolhas de ar (tipo aerado), e com o tempo esses gases soltam e acabam danificando o cromo de dentro para fora.


A segunda forma de fabricação é o alumínio injetado, tecnologia que a MTX usa em seus processos. Nesse método, como o alumínio é comprimido, a peça fica sem bolhas e com excelente resistência mecânica.


Espero ter ajudado. Até o próximo vídeo!

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